quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

NOTÍCIA BOA!

Quatro universidades brasileiras estão entre as 50 melhores do mundo

USP aparece na lista mundial em oito áreas e teve melhor desempenho entre todas as nacionais em 20 disciplinas

25 de fevereiro de 2014 | 23h 06

Paulo Saldaña - O Estado de S. Paulo
Um ranking internacional de ensino superior aponta quatro universidades brasileiras entre as 50 melhores do mundo em oito áreas do conhecimento - entre 30 citadas. O QS Quacquarelli Symonds University Rankings - organização internacional de pesquisa em educação - foi divulgado por áreas nesta terça-feira, 26, e mostra duas estaduais de São Paulo em destaque entre as instituições brasileiras: a Universidade de São Paulo (USP) e de Campinas (Unicamp). Mas nenhuma brasileira conseguiu figurar entre as "top 10".
Os rankings tomam por base índices de citações de pesquisas, além de estudos de reputação. A área em que as brasileiras vão melhor é a classificada como Agricultura e Silvicultura. A Unicamp ficou como a 22.ª melhor do mundo na área, seguida por USP (27.ª) e Universidade Estadual Paulista (Unesp, 50.ª). A Unicamp ainda lidera entre as brasileiras nas áreas de Filosofia (42.ª) e História (34.ª). Na área de História, a Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) aparece em 42.ª no mundo.
A USP é a instituição brasileira que mais se destaca nas áreas avaliadas pelo QS. A estadual paulista, que completa 80 anos em 2014, está entre as 50 melhores do mundo em oito áreas e teve o melhor desempenho entre todas as brasileiras em 20 disciplinas. A Unicamp está no topo do País em oito disciplinas.
A 27.ª posição da USP em Agricultura e Silvicultura é a melhor colocação da universidade entre as 30 áreas, seguida de Matemática (39.ª no mundo), Geografia (42.ª), Estatística e Investigação Operacional (45.ª), Comunicação e Mídia (46.ª), Farmácia e Farmacologia (48.ª) e História (50.ª).
No total, 22 instituições brasileiras estão no "top 200" mundialmente em pelo menos uma das 30 disciplinas avaliadas no ranking. A instituição brasileira particular mais bem colocada é a Fundação Getúlio Vargas (FGV), listada entre as 100 melhores do mundo nas áreas de Contabilidade e Finanças e em Economia. Nesta última, a Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) é listada na faixa entre 101 e 150.
No ranking mundial, a instituição com melhor desempenho foi a Universidade Harvard, que ficou em primeiro lugar em 11 das 30 disciplinas, duas a mais que o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).
Especialistas em pesquisa e ensino superior têm apontado a necessidade de melhorar a relevância da ciência brasileira, um dos quesitos avaliados nos rankings internacionais. No último levantamento da Times Higher Education (THE), a universidade perdeu posições em relação ao ano anterior - saiu do 158.º lugar, em 2012, para a faixa entre o 226.º e o 250.º lugares em 2013.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

AS TRÊS PENEIRAS

Um homem procurou o sábio grego e disse-lhe:
- Preciso contar-lhe algo sobre alguém! Você não imagina o que me contaram a respeito de...
Nem chegou a terminar a frase, quando Sócrates ergueu os olhos das suas leituras e perguntou:
- Espere um pouco. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras?
- Peneiras? Que peneiras?
- Sim. A primeira é a da verdade. Você tem certeza de que o que vai me contar é absolutamente verdadeiro?
- Não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram!
- Então suas palavras já vazaram a primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira: a bondade. O que vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?
- Não! Absolutamente, não!
- Então suas palavras vazaram, também, a segunda peneira. Vamos agora para a terceira peneira: a necessidade. Você acha mesmo necessário contar-me esse fato, ou mesmo passá-lo adiante? Resolve alguma coisa? Ajuda alguém? Melhora alguma coisa?
- Não...
Passando pelo crivo das três peneiras, compreendeu que nada mais restava do que iria contar.
E o sábio sorrindo, concluiu:
- Se passar pelas três peneiras, conte! Tanto eu, quanto você e os outros iremos nos beneficiar. Caso contrário, esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e fomentar a discórdia entre irmãos.

Devemos ser sempre a estação terminal de qualquer comentário infeliz! Da próxima vez que ouvir algo, antes de ceder ao impulso de passá-lo adiante, submeta-o ao crivo das três peneiras, porque pessoas sábias falam sobre ideias; pessoas comuns falam sobre coisas; pessoas medíocres falam sobre pessoas.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

REFLEXÕES ÓBVIAS PARA RESULTADOS PÍFIOS...


Se você quer melhorar a sua redação e não sabe como; se você tem bloqueio com a escrita; se você tenta, tenta, tenta e nunca passa em redação no concurso; se você fica enchendo o saco em busca de um vidente que adivinhe o tema da próxima redação... Leia as perguntas abaixo e tente respondê-las da forma mais sincera possível:

*      Como e em qual situação a escrita faz parte do meu cotidiano?
*      Devo escrever igual para todas as situações em que vivo? Reflexione.
*      Por que acho que escrever certo é ultrapassado, antigo ou distante da minha realidade?
*      Se não gosto de... (escrever, ler, da professora etc.) como vai ser a minha relação com Redação?
*      Se não leio (revistas, jornais ou sites informativos, e não assisto a telejornais), como faço para me manter informado?
*      Manter-se atualizado, informado, é importante para escrever redações?
*      Qual a minha média de leitura de livros por mês/semestre/ano?
*      Como melhorar minha linguagem sem a leitura de livros bons, da literatura nacional e universal?
*      Sem prática, como melhorar a escrita? Aprende-se sem escrever? Como?
*      Se não reescrevo o que vem corrigido, como faço para não errar mais?
*      O que imagino por aula dinâmica? Como tornar dinâmica uma aula que tem por base a escrita individual?

*      Por que tenho preguiça de ler, escrever e reescrever? Se sei que é maravilhoso, por que não faço?

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

SOBRE AS MANIFESTAÇÕES AINDA...

A manifestação é contra você.

Inspirado em um texto lindo e corajoso da Duda Buarque

O brasileiro se levantou contra toda essa corrupção e violência. Um senso de indignação generalizado, de já ter tolerado demais, apanhado demais.


Mas se você foi à manifestação e usa carteirinha de estudante para ter meia-entrada, mas não é estudante, você é parte do problema. Você não tem moral para reclamar da corrupção deste país. O nome disso é hipocrisia.

... 
(Reclame mesmo assim, por favor, porque são dois problemas diferentes.)


Se você joga bituca de cigarro no chão, você trata a cidade como o seu lixo particular. Mas a cidade é de todo mundo. As ruas estão nojentas e a culpa é sua.

A manifestação é contra você.


Ah, você é ciclista, todo orgulhoso de ser sustentável, um carro a menos, menos trânsito e CO2. Você reclama da opressão do carro, mais forte, contra a bicicleta, o mais fraco. Mas você não para no sinal. Não respeita a faixa de pedestres. Você até anda na calçada, tornando-se o opressor do pedestre.


Não se iluda: a manifestação é contra você.


Você leva o cachorro para passear e não recolhe o cocô. Ninguém admite, mas o resultado está aí: nossas calçadas são um mar de merda. Calçada não é a privada do seu totó.

A manifestação é contra você.


Você joga papel no chão, e não faltam desculpas para não fazer o que é certo. Essa merda de prefeitura que não instala lixeiras, né? Ou, saída de estádio, você toma uma cerveja e joga a lata por aí. Ah, todo mundo estava jogando. Depois vem o cara limpar. A responsabilidade não é do estado. É sua. E você, manifestante, não pode se esquivar a ela nos outros 364 dias da sua vida.


A manifestação é contra você.


Você não cumprimenta o porteiro. Você exagera horrivelmente no perfume e invade o nariz do outro. Você dirige bêbado. Você põe um escapamento superbarulhento na sua moto, que dá para ouvir a quarteirões de distância, incomoda todo mundo e compra um capacete que ajuda a isolar o som. Você obriga todo mundo do ônibus a ouvir a sua música. Você suborna o guarda ou qualquer outro serviço público. Ou ainda, você escreve textos como este, apontando o dedo contra delitos que já cometeu ou ainda comete, achando que dedo em riste exime você da responsabilidade.


Você é parte da violência. Você é parte da corrupção. Se você não mudar, o país não vai mudar. Mas não adianta todo mundo apenas demandar que “o poder” conserte as coisas. Quer mudar o país? Não se esqueça de mudar a si mesmo, e pagar o preço da mudança, como um adulto.


Então, vai para rua, que estava na hora. Mas não esquece: a manifestação é contra você.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

E-MAIL RECEBIDO...

A Vara do Juizado Especial Civil de Bragança Paulista condenou um aluno (maior de idade) a pagar indenização por danos morais no valor de R$ 10 mil a uma professora, por ter arremessado uma casca de banana sobre ela.
Em defesa, o aluno alegou que não teve a intenção de acertar a professora. Afirmou que brincava com um colega de jogar a casca no cesto de lixo, quando, acidentalmente, o material bateu no ventilador e se despedaçou.
De acordo com a decisão do juiz Juan Paulo Haye Biazevic, a conduta descrita na inicial atingiu a autora em seus atributos mais importantes da personalidade, expondo-a ao ridículo em um ambiente no qual ela deve deter a autoridade necessária e suficiente para ensinar e educar.
A sentença traz ainda que “em um momento histórico onde as ruas do país são tomadas por pessoas exigindo melhorias na educação, jovens esquecem que, além de direitos, eles também têm deveres. Não basta bradar por investimentos em educação se, na sala de aula, quem se dedica à tarefa de ensinar não é respeitado. Qualquer esforço do Poder Público para melhorar a educação do país cairá por terra se os alunos não estiverem dispostos a aprender. Grande parte da desmotivação dos professores, e isso, é óbvio, também deve ser atribuída à postura dos nossos jovens. Lamentavelmente prolifera no país uma cultura de que ser estudioso e esforçado não é digno de admiração, o que se admira é ser malandro e insolente”.
O juiz condenou, ainda, dois alunos por terem prestado informações inverídicas, e devem responder pelo crime de falso testemunho.

Processo nº 3002165-12.2013.8.26.0099


Isso não pode acontecer, o respeito ao professor é o termômetro primordial da educação. Espalhemos tal notícia para ver que a justiça é realizada em nossos tribunais.
  
Érika Leite
Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

LORDE. SUPER INDICAÇÃO!

video

Apresentação em uma rádio na Austrália. Detalhe: adoro quando ela deixa o som entrar por todo o corpo, ressoar, não está nem aí para ninguém e dança, viaja, na música dela... Típico de gente jovem, inteligente, única...É show! Raro ver pessoas cantando com tanta verdade hoje em dia, acreditando na sua onda!

Vale a pena curtir!

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

SERÁ QUE ALEIXO TINHA RAZÃO?

O Poeta Antonio Aleixo já se perguntava:  Será a burrice uma ciência???

- Se atravessares a fronteira da Coreia do Norte ilegalmente, és condenado a 12 anos de trabalhos forçados.
- Se atravessares a fronteira iraniana ilegalmente, és detido sem limite de prazo.
- Se atravessares a fronteira afegã ilegalmente, és alvejado.
- Se atravessares a fronteira da Arábia Saudita ilegalmente, serás preso.
- Se atravessares a fronteira chinesa ilegalmente, nunca mais ninguém ouvirá falar de ti.
- Se atravessares a fronteira venezuelana, serás considerado um espião e o teu destino está traçado.
- Se atravessares a fronteira cubana ilegalmente, serás atirado (sabe-se lá para onde...)
- Se atravessares a fronteira americana ilegalmente serás preso e deportado.

Mas, se entrares por alguma fronteira do Brasil ilegalmente... 
Terás obrigatoriamente:

- Um abrigo...
- Um trabalho...
- Carta de motorista...
- Cartão Cidadão (INSS) de Saúde...
- Segurança Social...
- Crédito Familiar...
- Cartões de Crédito...
- Renda de casa subsidiada CDHU ou empréstimo bancário para a sua compra...
- Escolaridade gratuita...
- Serviço Nacional de Saúde gratuito...
- Se fores de esquerda, chance de um emprego no governo federal...
- Ser enquadrado no sistema de cotas e excluir um brasileiro ... 
- Um representante no Parlamento...
- Podes votar, e mesmo concorrer a um cargo público...
- Ou mesmo fundares o teu próprio partido político!
E por último, mas não menos importante:
- Podes manifestar-te nas ruas e até queimar a nossa bandeira!
E... se eu quiser impedir, serei considerado politicamente incorreto!
Sem dúvida que parece irreal, mas é a mais pura das verdades!

Será que o poeta Antônio Aleixo, tinha razão quando dizia:
"Há tantos burros mandando em homens de inteligência, que às vezes fico pensando, se a burrice não será uma ciência." 

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

EU E VOCÊ OU MIM E VOCÊ?

É comum surgir equívocos no uso dos pronomes pessoais, principalmente os do caso oblíquo. Contudo, uma dica importante fará com que não haja mais dúvidas a respeito desse assunto:

De acordo com a norma culta, após as preposições emprega-se a forma oblíqua dos pronomes pessoais. Veja:

1. Isso fica entre eu e ela. (Errado)
1. Isso fica entre mim e ela. (Certo) ou
2. Isso fica entre mim e ti.


Os pronomes do caso oblíquo exercem função de complemento, enquanto os pronomes pessoais do caso reto, de sujeito. Observe:

1. Ela olhou para mim com olhos amorosos (olhou para quem? Complemento: mim.).
2. Por favor, traga minha roupa para eu passar (quem irá praticar a ação de passar? Sujeito: eu.).


Vejamos a pergunta que dá título ao texto: Entre eu e você ou entre mim e você? Depois da explicação acima, constatamos que existe uma preposição: entre. Então, o correto é “Entre mim e você”, pois após a preposição usa-se pronome pessoal do caso oblíquo.

Da mesma forma será com as demais preposições: para mim e você, para mim e ti, sobre mim e ele, entre mim e ela, contra mim, por mim, etc. Veja:

a) Ele trouxe bolo para mim e para ti.
b) Ninguém está contra mim.
c) Você pode fazer isso por mim?
d) Sobre mim e você há uma nuvem de muitas bênçãos.


Agora, observe:

Preciso dos ingredientes para mim fazer o bolo. (Errado)

Existe a preposição “para”, no entanto, o pronome “mim” está exercendo o papel de sujeito da segunda oração: para mim fazer o bolo. Logo, o emprego do pronome oblíquo está equivocado. O certo seria:
Preciso dos ingredientes para eu fazer o bolo. (Certo)

Por Sabrina Vilarinho
Graduada em Letras

domingo, 2 de fevereiro de 2014

PERCA TEMPO ASSISTINDO A NOVELAS E BBB...

Estudava até no ônibus, diz caloura da USP que fez escola pública

Marcelle Souza
Do UOL, em São Paulo
  • Reinaldo Canato/UOL
    Alice e o amigo Gustavo comemoram a aprovação no vestibular: ela na USP e ele na UFRJ
    Alice e o amigo Gustavo comemoram a aprovação no vestibular: ela na USP e ele na UFRJ
Aprovada no curso de engenharia de produção, Alice Rocha de Almeida, 17, estava "feliz e aliviada" ao ver seu nome na 1ª chamada da Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular), que seleciona para a USP (universidade de São Paulo) e para a Santa Casa. A lista foi divulgada nesta sexta (31).

APROVADOS

  • Caloura da USP Leste está indecisa por causa de problema ambiental
  • Programa com namorada era estudar, conta aprovado em medicina na USP
Com jornada dupla -- escola técnica pela manhã e cursinho de tarde --, ela conta que estudava entre 7h e 20h, de segunda a sexta. Aos sábados, ela estudava de manhã e fazia os simulados do cursinho no período da tarde. O dia de "folga" era o domingo, quando ela se enfiava nos livros apenas de manhã.
"Só estudava e dormia", conta Alice. A rotina era puxada: das 7h às 11h30 ela estudava na "Etec Basilides de Godoy", na Vila Leopoldina. Às 14h15 começavam as aulas no cursinho --onde tinha uma bolsa de desconto-- e seguiam até 18h. "Às 13h, eu já estava na Paulista e estudava até 14h15", disse. Depois das 18h, ela ainda encarava leituras e exercícios até 20h.

Base boa

Alice acredita que por fazer uma boa escola pública -- as Etecs (escolas técnicas) costumam ser bem avaliadas -- ela conseguiu acompanhar as aulas do cursinho durante o 3º ano do ensino médio. Mas ela analisa: "se não tivesse feito cursinho, acho que não passaria".
Seu colega de Etec Gustavo Nascimento Bandeira, 17, que a acompanhou para ver a lista de aprovados na região da Paulista, conta que ela estudava o tempo todo. Nas aulas da Etec, "ela sentava no cantinho e estudava sozinha".